23
Maio
09

Marinho Pinto [vs] Manuela Moura Guedes

No seguimento deste post, eis que somos contemplados com esta pérola:

(Entrevista completa AQUI)

Sr. Marinho Pinto, a frontalidade é a sua principal característica! Prometa-me uma coisa: nunca a perca! Se a classe dos advogados, isto é, se a nossa classe não é a da verdade pura e crua, que é como quem diz, a classe da verdade material, então não passamos de ratazanas silenciosas vagueando pelo esgoto da sociedade. Talvez até seja esse o real motivo do abaixo assinado que circulou para a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária com a finalidade de destituir o bastonário da Ordem dos Advogados. A nossa classe está podre, talvez porque ainda viva nos tempos do Salazarismo e tenham dificuldade em lidar com a frontalidade e a liberdade de expressão. Tal consideração, de uma forma ou de outra, encontramos reflectida na justiça enquanto instituição. Mas não é só a nossa classe que vai nestas condições, sendo quase insuportável verificar que todos se servem da comunicação social para obter fins políticos – como se não houvessem normas deontológicas que regulamentam as intervenções públicas desses senhores. Tenho dito aqui muita coisa a respeito do Sr. Marinho Pinto e do quanto discordo de grande parte das suas intervenções, contudo lido bem com essa divergência, acho-a muito construtiva. Daí que seja obrigado a dizer-lhe que é falso quando afirma que os Órgãos Disciplinares da Ordem dos Advogados estão a funcionar, e digo-o porque verifico sistematicamente a violações grosseiras ao código deontológico por parte dos nossos colegas que, à saída dos tribunais, proferem juízos sobre processos pendentes, seus arguidos, testemunhas e juízes. Já para não falar da publicidade encapotada que essas intervenções trazem às suas sociedades e escritórios. E quando verifico que um colega, perante a questão de um jornalista que, no fundo, queria saber se havia sido uma vitória da justiça, conclui “[…] da justiça não diria, diria antes que foi uma vitória pessoal!“, então, se não está tudo dito sobre o estado da classe, muito pouco resta para dizer. Não obstante, existem colegas que simplesmente não têm escrúpulos e, apesar de todas as vezes em que o critiquei, ao menos não teria eu o descaramento de fazer como alguns que, face a um Orçamento da Ordem dos Advogados contra o qual não tinham objecções (até porque o Revisor Oficial de Contas cominou a sua análise com a referência a resultados muito positivos), tiveram o descaramento de o chumbar só porque o Bastonário os incomoda. Daí que eu seja obrigado a concluir: alguns advogados não querem saber do país, da classe, nem do estado de direito – querem é saber dos seus próprios interesses e de nenhuns outros. Pena que as “marretadas” que alguns levam nas “urnas”, quando se trata da eleição do Bastonário, não sirvam de grande lição.

Quanto ao resto, há que dizer que a Manuel Moura Guedes ouviu o que precisava ouvir. Desculpe a sinceridade, mas simplesmente não está ao nível nem nunca estará. Tem, enfim, assunto para pensar durante o resto da sua vida profissional. No fundo o Sr. Marinho Pinto não fez mais do que fazer sentir na pele da Sr. Manuela Moura Guedes exactamente aquilo que as vítimas do seu jornalismo sentem quando são julgadas por ela no seu “espectáculo degradante”. Quem semeia ventos colhe tempestades… Diga lá agora se é bom ser julgada em praça pública. A sério, diga…

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25 Responses to “Marinho Pinto [vs] Manuela Moura Guedes”


  1. 1 antínio miguel
    23 de Maio de 2009 às 19:04

    Parabéns pelo seu excelente comentário. Tomei a liberdade de o transcrever no meu BLOG NOTICIAS DO POLVO
    http://o-polvo-da-noticia.blogspot.com/

    Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
    TVI-MOURA GUEDES/MARINHO PINTO – “ESPECTÁCULO DEGRADANTE QUE VIOLA SISTEMATICAMENTE A DEONTOLOGIA JORNALÍSTICA” SERÁ QUE VAI CONTINUAR?!…

  2. 23 de Maio de 2009 às 19:49

    “Em nome da transparência”

    António Marinho Pinto é mais do que apenas o bastonário da Ordem dos Advogados. Este homem do norte é polémico quanto baste, porque não dizer provocador. No entanto, é um combatente de causas que chama “os bois pelo nome”. É frontal, intrépido, solidário, talvez o último dos românticos que tenta colocar a justiça num patamar a que todas as classes sociais acedam. Fundamentalmente, aquilo que uma verdadeira política de esquerda deveria preencher. Pôs em sentido a magistratura portuguesa fazendo uma clara distinção de tarefas: incompatibilidade entre a advocacia e a política, ou seja, não pode continuar a haver manigâncias entre o poder político legislativo e a profissão de advogado. Denunciou aquilo que todos sabemos – o país tem o triplo dos advogados que necessita. Precisamos de pessoas deste calibre, de sólidos princípios, que deixem os tiques de superioridade e passem a estar junto do povo, dos injustiçados. Isto é o que se chama um Estado de Direito.

  3. 4 KONUE
    25 de Maio de 2009 às 22:44

    O SRºDRº M.PINTO COMPORTOU-SE COMO UM HOMEM DE GRANDE CARACTER, FRONTALISMO E GRANDE ESPONTANIEDADE, E QUE TENTA DA MELHOR FORMA LIMPAR E HONRAR O NOME DE CLASSE QUE ESTA ROTULADA EM PRAÇA PUBLICA DE “LADRÕES”, E COMO TAIS DENUNCIAS INCOMODAM UMA CERTA CORJA DE ADVOGADOS DO NOSSO PAIS, QUE NÃO PASSAM DE AUTENTICOS OPORTUNISTAS QUE VIVEM BEM, À CUSTA DAS DESGRAÇAS DOS OUTROS, QUE CONFRONTADO COM ACUSAÇÕES E INSINUAÇÕES DE “BUFO” PONDO EM CAUSA A SUA HONRA.
    BEM HAJA HOMENS COMO O SRºDRºM.PINTO, QUE COLOCOU A SRª JORNALISTA NO SEU LUGAR EMBORA A MESMA
    NÃO SE SAIBA COMPORTAR COMO UMA PROFISSIONAL DE INFORMAÇÃO. MAIS UMA VEZ PARABENS POR TER GANHO O PROCESSO DA CIDADÃ DO ALGARVE, POR TER SIDO VITIMA DE ABUSO DE AGENTES DE AUTORIDADE.ESTE PAIS PRECISA DE TOUREIROS QUE PEGUEM OS TOUROS PELOS CORNOS E NÃO QUE LHES ENFIEM BANDERILHAS…VIVA PORTUGAL

  4. 5 Rui Branco
    26 de Maio de 2009 às 14:40

    Dr. Marinho Pinto

    Acho que o Sr. teve a coragem e frontalidade de dizer o que muita gente gostava de já ter dito a essa Srª

  5. 26 de Maio de 2009 às 15:11

    Há que varrer o jornalismo hipócrita e mal intensionado onde a palavar “ética” parece não ter lugar.Quanto aos maus advogados, é preciso haver quem os denuncie.BRAVO SR. BASTONÁRIO

  6. 7 Jorge Orfão
    26 de Maio de 2009 às 17:13

    Ainda bem que há alguém com visibilidade neste País com a coragem e a frontalidade do Dr. Marinho Pinto, para denunciar esta corja de oportunistas e bandidos, cuja impunidade é total, daí o descrédito na justiça. Sabe bem ver esta gente incomodada por alguém que não tem medo de os enfrentar e que os denuncia na praça pública. Continue com a sua luta, Dr. Marinho Pinto.

  7. 8 filipe silva
    26 de Maio de 2009 às 21:37

    Muita gente,quando ouve a palavra sistema associa-a imediatamente ao futebol,mas os sistemas existem nas mais variadas areas.Desporto,medicina,educaçao,politica entre outras onde tambem se inclui precisamente a justiça e o jornalismo,areas que funcionando mal e estando completamente ultrapassadas servem apenas o interesse de uma duzia de baroes bem falantes e com cargos bem posicionados e que,quando alguem quer mudar,tenta mudar,e nao tem medo de mudar nem de enfrentar tudo e todos para o bem da area que esta ligado,para o bem da sua profissao,mas acima de tudo,para o bem do seu pais,surgem logo esses baroes interesseiros a criticar e a abafar esses verdadeiros e raros herois!!!Portugal precisa de mais herois!!!Deixo aqui a minha homenagem ao dr Marinho Pinto!!!O meu nome e Filipe,tenho 24 anos e com preocupaçao que vejo o meu pais assim!!

  8. 9 Mercedes
    26 de Maio de 2009 às 21:59

    Admiro essencialmente a frontalidade e a coragem de “chamar as coisas pelo nome” que o Dr. Marinho Pinto demonstra!
    É bom que ainda haja gente assim num país de “faz de conta” como o nosso, onde nos é dito que tudo está controlado e as nossas vidas nos dizem o contrário!

  9. 10 Ricardo
    27 de Maio de 2009 às 04:17

    Como jornalista e defensor acérrimo do jornalismo isento, objectivo e factual, não deixo de condenar, porque não me identifico como tal, este tipo de formato jornalístico que se apelida de Jornal nacional. É repugnante e envergonha a classe. Trata-se de uma degradação do que é verdadeiramente o jornalismo. Ainda sou novo, tenho ainda muito caminho a percorrer como profissional da área, mas uma coisa eu afirmo de forma veemente: “aquilo” não, obrigado! Sinceramente, esta senhora que nos “entra” em casa (só “entra” se quiser, ninguém é obrigado a ver) deve, depois do triste espectáculo que nos proporcionou, reflectir o que deverá fazer no futuro. Se é, realmente, isto que quer fazer da vida. Ela não tinha necessidade de se prestar a este degradante “show”, mas também, é verdade, o moral dela é altivo em virtude de, precisamente, ter as “costas quentes” (nem preciso dizer o porquê, afinal o director da estação…). Faz-me lembrar aquelas senhoras dondocas que não têm nada que fazer, que os maridos lhes dão para as mãos as chaves dos seus imponentes carros para passear e os cartões de créditos para ir ás compras. O marido desta senhora deu-lhe um “reallity show”. Sim, porque se aquilo é realmente um telejornal de quem se preze, por favor, eu não quero mais ser jornalista…

    Por fim, vi em directo a entrevista feita ao dr. Marinho Pinto e apesar de se ter “passado das estribeiras”, a verdade é que não há quem resista a tal dilema. Mas também é verdade que nenhum jornalista chegava aquele ponto de arreliar um inter-locutor.

    São situações perfeitamente evitáveis se houvesse, de facto, respeito ao Código da ética deontológica jornalistica… que não foi o caso…

  10. 11 sem nome
    27 de Maio de 2009 às 17:46

    Caro jornalista Ricardo, concordo com tudo o que diz. Porém, faço-lhe um pequeno reparo:
    A expressão “eu não quero mais ser jornalista” não é português de Portugal mas sim do brasil. Pronto, é num comentário num blog, é normal acontecer. Mas não se esqueça que num artigo já é preciso ter mais cuidado. 😉

    Abraço e boa sorte.

  11. 12 Diogo
    27 de Maio de 2009 às 20:05

    o Senhor Marinho Pinto escusava de ser mal-educado nem tinha que dizer nada em frente das camaras convidaram no e ele aceitou ser entrevistado pela Manuela Moura Guedes e ele ainda´vai para lá armar palhaçada ele sim é uma vergonha de portugal inteiro que se reforme que já não anda la a fazer nada que aprenda a respeitar a opinião dos outros nao e so apontar defeitos devemos tambem saber reconhecer os nossos….

    • 27 de Maio de 2009 às 20:26

      Sr. Diogo, não viu a entrevista completa de certeza absoluta.

      Certamente que não viu. Se tivesse visto verificava quem é que começou a dar opiniões e a apontar defeitos. Não viu a Sr. Manuela Moura Guedes a dizer que o que o Sr. Bastonário escreveu sobre o Freeport era um frete ao PS? Não viu a Sr. Manuel Moura Guedes a assobiar para o lado quando não gostava da expressão “denúncia falsamente anónima combinada com magistrados, políticas e jornalista”? Não viu a Sr. Manuela Moura Guedes dizer que o Sr. Bastonário era um bufo? Não viu a Sr. Manuela Moura Guedes a dizer que o Sr. Bastonário podia fazer melhor pela sua classe?

      Não, não viu. Se tivesse visto percebia porque é que o Sr. Bastonário se sentiu acossado, é que ele foi convidado para uma entrevista, não foi convidado para um julgamento, nem para um “espectáculo degradante”.

      É preciso saber distinguir jornalismo de tudo isso… E, como pode constatar por este e muitos outros blogs bem como pelos respectivos comentários, parece que o Sr. Bastonário nem deu opiniões sobre a Sr. Manuela Moura Guedes, pelos vistos foram apenas constatações…

      Cumprimentos.

  12. 14 Delfim
    28 de Maio de 2009 às 02:55

    O Sr. Marinho Pinho quer a gente goste ou não goste, tem princípios. Coisa que hoje rareia. Acho que é um exemplo ao ver defender o que acredita. Coisa que desapareceu.
    Tenho de reconhecer uma dimensão Intelectual acima da média. Isso incomoda em Portugal.
    Nesta questão acho que teve toda a razão, a Manuela Moura Guedes é do pior que há no Jornalismo.
    Cump.

  13. 15 Johnny B. Good
    29 de Maio de 2009 às 19:39

    Basta “folhear” alguns blogs para ver que o Dr. Marinho Pinto soltou um sentimento já há muito reprimido pelos portugueses. Aquela sra q apresenta aquele programa de noticias merecia isto há muito. Aliás, nunca mais me esqueci de um “enforcamento audiovisual” q fez logo após a sua transferência milionária, há já bastantes anos. O malandro era um pastor que cometia a ousadia de criar as suas ovelhas num descampado da Capital, e de quem alguns cidadãos fizeram queixa. Foi completamente humilhado, e confesso, a minha raiva pela sra atingiu um nível análogo… Pena ter sido num período bastante pré-Youtube.

    Ainda não sei se aquele estilo q a sra. pratica é a táctica do Chamariz da Desgraça Alheia, semelhante ao que se vê num engarrafamento causado por um carro avariado na faixa de desaceleração, ou pelo programa do rui santos na Sic Noticias, ou se é mesmo o seu estilo pessoal. Mas tb não sei qual seria o mais condenável.

    Uma coisa é certa: se os drs das sondagens pegarem neste tema, e fizerem uma análise da variação de popularidade do Dr. Marinho Pinto, antes e depois, aposto que ainda vamos ter muitos candidatos a quererem ir ao Jornal da Manuela, em período eleitoral, para lhe dizer tb umas verdades…

  14. 16 Domingos
    29 de Maio de 2009 às 20:04

    depois de ler todos estes comentários….comentários para quê ?

  15. 17 A. Silva
    31 de Maio de 2009 às 18:13

    Como muitos portugueses dignos e que se prezam , tanto como seres humanos como portadores da nossa cultura PORTUGUESA, não poderia deixar de escrever aqui algumas palavras sobre o tema em causa. O Telejornal da 6ª Feira da M. Moura Guedes
    Esta questão diz-nos sem sombra de duvidas respeito a todos nós. Com todo o respeito pelos objectivos da instituição televisiva que é a TVI assim como a Instituição ordem dos advogados elas fazem parte da sociedade só que com objectivos completamente diferentes, como é óbvio.
    Os primeiros têm que informar imparcialmente e os segundos têm que controlar o exercicio da profissão dos seus membros, de acordo com as leis consagradas nos decretos, na constituição e nos direitos universais do homem. O canal televisivo convida o digno Representante de uma das mais altas e responsaveis instituições de homens cujo fim é defender os objectivos acima indicados. Este representante foi eleito por mais de 30% dos advogados do nosso país. O Jornalista está ali como portavoz de uma instituição para o qual é pago e não é eleito. O Jornalista está ali para questionar e tentar saber da opinião de alguem responsavel. Atravez das perguntas e respostas tenta-se esclarecer as audiencias, clarificar e levar á população em geral a informação devidamente ordenada e perceptivel.
    Cada um interpreta-a como entender de acordo com o seu projecto de vida. Coloca-se no lado que entender. É livre.

    Portanto os campos de observancia dos temas será sempre antagónico(ou não). O canal de televisão tem que preencher este papel de interlocotor dos temas que entenda levar ao pequeno ecran. Como tal deixe o juizo para quem quiser ver e acompanhar.
    Agora repare-se no que está a acontecer e a confusão que é própria deste tipo de comportamento como o que foi o da jornalista MMG.
    Quer ser investigadora da informação e dos factos, isto é que ser detective, policia etc.
    Quer ser advogada de acusação para uns
    Quer ser advogada de defesa para os outros
    Quer ser Juiza
    Quer ser a pessoa correctamente politica
    Quer ser éticamente correcta e respeitadora
    Quer ser detentora de toda a verdade.

    A senhora quer ser tudo menos jornalista.

    É este o objectivo da instituição canal de televisão que a senhora MMG está a representar naquele momento ??

    Será que o director e patrão da instituição está de acordo ???

    Em qualquer empresa um empregado desta estirpe era logo substituido no cargo senão despedido por comportamento incorrecto e contra o interesse da instituição ( empresa).

    Agora em relação ao digno defensor da justiça em Portugal.

    É criticado por aparecer em todos os canais de comunicação social. Jornais, rádio, televisão, revistas, internet , blogs e tudo o mais.

    É criticado por dizer o que outras individualidades já disseram.

    É criticado por ser ditador dentro da ordem.

    É criticado por dizer o que acha errado na nossa sociedade .

    É criticado pelas soluções que fala para resolver situações e querer dar uma nova objectividade á ordem que representa e que tem tanto gosto em representar.

    É acusado de vir para a praça publica dizer o que deve dizer, e muito mais quando o interrogam e do modo como foi tratado num canal de televisão na hora nobre.

    Ele defende-se de tudo e com válida argumentação.

    Agora vejamos.
    Quantas pessoas leem os jornais diarios sem serem os jornais desportivos ?????

    Já repararam quantas pessoas veem a televisão e qual é a audiencia nas horas nobres ???????????
    Qual é a forma de ele ser escutado pela população ??? É ir a todas as oportunidades que lhe ofereçam e que ele próprio organize.
    Aqui está, quanto a mim, a forma bem clara e directa do Advogado consciente e político que é o doutor Marinho Pinto em chegar á população.
    Deste modo vai contactando com a população e faz chegar até ela a informação que não chega ao comum do cidadão portugues atravez dos jornais. Lembram-se o que ele disse á senhora MMG ???. “Se me convidarem novamente eu volto cá , e cá estarei a dizer o mesmo”
    Ele vai a todo o lado , com as suas mensagens e os seus objectivos muito bem definidos e claros na sua pasta.
    O facto de ele vir muitas das vezes para a TV repetir temas sublinhar assuntos é para esclarecer a população e dizer de uma forma que o povo entende o que se passa na area que ele domina e para a qual está super vocacionado. A JUSTIÇA E A VERDADE.
    Marinho Pinto é um homen consciente e politico. Sabe muito bem o que diz. O Projecto do doutor Marinho Pinto é Universal e transversal á sociedade portuguesa. A Justição não é de alguns é de todos.
    Portanto esta postura incomoda muita gente. Bem poucos não gostam e tentam calá-lo.
    Acho que ele pode e deve continuar a contribuir da melhor maneira para a nossa sociedade.
    Deve ser respeitado ,compreendido, discutido e estudado no que pode servir e representar junto de nós enquanto estiver vivo, e que se mantenha muitos anos junto de nós e com a lucidez que tem
    Marinho PInto é o génio como Manuel de Oliveira no cinema. Durante anos mal compreendido, agora com 100 anos de idade e ainda entre nós o maior dos realizadores e o mais velho do mundo respeitado e solicitado.
    Enquanto as pessoas estiverem entre nós com estas ideias como as de Marinho Pinto , devem ser bem tratadas, respeitadas e protegidas na nossa sociedade.
    E Não o CONTRÁRIO.

    Este quanto a mim o aspecto mais importante ao momento

  16. 18 Hugo Martins Pereira
    1 de Junho de 2009 às 03:35

    O ditador, fretista, bufo que presta mau exemplo para a classe chegou para a jornalista exemplar de Portugal!!!

    Parabéns Marinho Pinto…

  17. 19 boca no trombone
    2 de Junho de 2009 às 11:47

    Caro Sr. Dr. Marinho Pinto
    è com elevada consideração e admiração que me faz sair da “sombra” após este triste episódio do nosso quotidiano desta “quinta”. Efectivamente eu próprio e há muitos anos que me recusei a perder o meu tempo de vida neste planeta para ver o canal de televisão TVI. Com efeito os programas emitidos por este canal e em particular o circo chamado de “Jornal Nacional” da artista conturcionista chamada M. Moura Guedes (que coitada ainda não ganhou o suficiente para comprar um espelho)são irritantemente degradante e sem qualquer pingo de intelectualidade, ou seja até o gato da minha vizinha percebe a qualidade das notícias.
    Acredito e com muita pena , que os defensores do mesmo dirão que o programa está para o nível intelectual dos portugueses. Mas faço o reparo, admitindo que sim, porque não tentar aumentar esse nível? forçando os portugueses a pensarem e meditarem sobre os temas em debate. É assim que uma sociedade evolui intelectualmente e não o contrário a tentarem injectar pansamentos e opiniões nas nossas cabeças.
    Feito este reparo e voltando ao assunto em questão, digo parabéns Sr. Dr. até que enfim alguém bate o pé a essa Sra. que não respeita as pessoas que convida, o que demonstra o grau de educação que têm.
    Continue assim Sr. Dr., e já agora, até quando se vai manter resguardado da actividade política, ou seja, porque não formar uma corrente de opinião contrária a esta que nos governa desde 25 Abril.
    Peço desculpa, mas creio não ser o único a pensar assim.Obrigado.

  18. 20 Madureira
    3 de Junho de 2009 às 23:49

    Esta senhora acha-se a dona da verdade. Há muito tempo que não vejo este canal por causa desta senhora.
    Vi esta triste “entrevista” na net.

    O Dr. Marinho Pinto é um grande Homem. O país precisa de muitos homens como ele e dispensa Outros como esta Senhora.

    Abraço

  19. 21 Satanás
    9 de Junho de 2009 às 00:09

    O jornal da TVI parece um comício. Com tanta convicção que a Nelinha tem, seria “SENSACIONAL” tê-la como Primeira Ministra. Como jornalista é que não!

  20. 22 pacheco pereira
    31 de Julho de 2009 às 01:17

    finalmente alguem meteu aquele travesty na ordem
    bem haja sr.bastonario

  21. 23 Zezao
    7 de Agosto de 2009 às 03:51

    Devo dizer que até agora não concordo com nenhuma opinião. É perfeitamente possível manter posição sem chegar ao estado degradante desta entrevista e isso deveu-se a ambos. A meu ver ambos estão errados, e as maneiras de actuar do Sr. M. Pinto até se assemelham às da Manuela. Ambos ambicionam revelar e lutar contra situações que de outra maneira não seriam conhecidas. O que alguns se esquecem é que se o Sr. M. Pinto teve oportunidade de contradizer o que a M. disse foi porque ao contrário do jornalismo cobarde que de vez em quando para aí aparece, principalmente em alturas de pré campanha, sempre dá oportunidade de resposta. Se formos intelectualmente honestos os outros canais são iguais ou piores em termos de imparcialidade porque para alem de não respeitarem o princípio da contraposição apresentam muitas vezes um único comentador das nóticias apresentadas, com opínião única e que podia facilmente em muitos casos ser desmentida. A M. faz o papel dos dois:)
    No entanto reconheço que neste caso em particular esteve péssima, principalmente na primeira parte, nem percebo porque se pôs naquela posição. Na parte final e limitando-me simplesmente ao que estava a ser discutido (o caso FreePort), i.e. deixando de fora a parte degradante, devo dizer que o Sr. M. Pinto não tem razão. Se o que lhe interessa realmente é a justiça, porque é que se foca mais na maneira como a denúncia foi feita e não nos factos ? As denúncia anónimas existem por lei para proteger as pessoas e quem não deve não teme. Se chama de bufo a quem faz uma denúncia, independentemente da veracidade dos factos então ele próprio o é. Penso que muita gente não percebeu a comparação, porque na verdade tanto a M. como Sr M. Pinto, fazem denúncias. O que assistimos aqui é que muita gente se sente incomodada com situações denunciadas por este jornal porque o seu clube politico pode ser afectado. Toda a gente sabe que o Sócrates mentiu ao povo português por várias vezes e prepara-se para fazer o mesmo, nisto até já alguns socialistas com bom senso repararam. Um examplo muito concreto, quem não se revê nas piadas da M. quando se fala no plano tecnológico, principalmente no que dizia respeita ao Magalhães só pode ser ou ignorante e não estar minimamente preparado a nível pedagogico ou então é ovelha do partido (em tempos houve quem falasse em desvalorizar a matemática, vejam bem a mentalidade de alguns, mas isso seria outra discussão), Há que aprender a andar antes de correr. Faz lembrar nas novas teorias pedagógicas a nível gramatical que tiveram quer ser postas de lado, ou o que na prática respresentou a introdução da máquina de calcular em anos de escolaridade mais precoces. As crianças, com estas teorias só perderam capacidade de raciocício. Mas falar nisso nínguem pode, senão arriscam-se a apanhar um processo disciplinar.
    Caros amigos, um jornalismo de denúncia pode ser tão útil como um bastonário, e o Jornal Nacional, embora nesta entrevista tenha estado no seu pior (continuo a não perceber porque a M. não se simplesmente calo na 1a parte), já prestou verdadeiro serviço público ao denúnciar abusos do estado. Aliás, se se tiver em conta o horário até é ridiculo que incomode tanta gente. Mais uma vez quem não deve não teme, e não me lembro de uma única vez em que o princípio da contraposição não tenha sido aplicado.


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