Arquivo de Junho, 2008

26
Jun
08

Joss Stone encoraja a partilha de música!

https://i0.wp.com/images.starpulse.com/Photos/pv/Joss%20Stone-22.jpg

Joss Stone, numa entrevista recente, mostrou a sua opinião acerca da partilha de música na internet (e não da pirataria, como erroneamente se diz por aí), a que muitos chamam pirataria  chegando a afirmar que “A música deve ser partilhada!“. Creio que a própria cantora Joss Stone, enquanto falava, confundiu os dois conceitos quando interrogada acerca do que pensava da pirataria, quando na realidade ela se estava a querer referir à partilha de música.

Durante as suas palavras foi mais longe, chegando a afirmar que a única coisa que não gosta acerca do mundo da música é o negócio que lhe está associado (daí que eu continue a afirmar que ela não se estava a querer referir à pirataria, uma vez que o negócio tanto pode ser lícito como ilícito – refiro-me à venda de cópias tiradas da Internet que, isso sim, é pirataria).

“Não há problema se uma pessoa a compra, a grava, a partilha com os amigos, não me importo. Não me interessa como a ouvem desde que a ouçam. Desde que venham ao meu espectáculo, e passem um bom bocado a assistir ao concerto ao vivo está tudo bem. Não me importo. Fico contente por a ouvirem”

Terminou afirmando que os músicos que fazem autêntica perseguição a quem faz downloads da internet foram submetidos a uma “lavagem cerebral” por parte das editoras discográficas!

fonte

Anúncios
25
Jun
08

Windows XP – suporte alargado até 2014

Pois é, a microsoft parece que se rendeu e levou as mãos à cabeça. Mais vale suportar um sistema operativo bem desenhado do que tentar vender um simplesmente não cola em nenhum PC! Assim, a microsoft vai continuar o suporte do Windows XP até 2014, leram bem – 2014!

“According to Microsoft senior VP Bill Veghte, that support will include security patches and “other critical updates,” and he adds that “customers who still need Windows XP will be able to get it,” despite plans to stop selling a retail product and stop licensing it directly to PC manufacturers after June 30th. For those keeping track, that’ll mean that Microsoft will be supporting Windows XP for a full 13 years since its release — assuming it doesn’t push out that support window again when users refuse to upgrade to Windows 7, that is”

Ok, lindo!!!

fonte

24
Jun
08

Racing Games (GT5 vs GRID)

Ok, eu sei, são dois jogos completamente diferentes, para públicos completamente diferentes. Mas este vídeo está genial. Aliás, só me faz ter orgulho no dinheirinho que gastei no GRID para a minha xbox 360!

24
Jun
08

FireTune 1.2.0

Na realidade muitos dos utilizadores do firefox continuam pensar, tal como eu, que o firefox consome cada vez mais recursos da nossa máquina, tanto a nível de RAM como de processador. Tal não é compatível com aquela que era a imagem de marca do firefox nos seus primórdios – leveza, a par com a velocidade e a segurança. Já utilizava este software nas versões anteriores, mas agora, a nova versão 1.2.0 vem suportar o firefox 3.

O Firetune é uma pequena ferramenta que permite, com apenas alguns cliques, melhorar de forma exponencial o desempenho do firefox (versões 1.x, 2.x e 3), devolvendo-lhe a agilidade dos bons velhos tempos.

No meu caso, consegui um aumento de performance a todos os níveis – ao iniciar (demora 2 segundos), ao abrir páginas, na abertura simultânea de páginas e tabs, etc. Eu até estava com medo de perder estabilidade mas, por incrível que possa parecer, até ao momento não tive nenhum problema.

Homepage; History; Download.

Abraço.

22
Jun
08

Primeira vulnerabilidade encontrada no firefox 3 (isto é notícia)

Pronto, ok, encontraram a primeira falha do firefox 3. Claro, isso é notícia, aliás, a pergunta é: o que é que não dá notícia neste mundo?

A empresa de segurança Tipping Point, ao que parece, descobriu uma falha no firefox 3. Claro, não adianta pormenores até a mozzila resolver a vulnerabilidade que, riam-se a potes: também afecta o firefox 2!!! Mas claro, a falha é do firefox 3.

Como é óbvio, a partir de agora, cada vez que a surgir uma falha no firefox, isso vai ser uma notícia, e como nos dias que correm elas aparecem todos os dias, parece-me que vamos ter muitas notícias pelo futuro.

Mas agora a sério: Porque é que é assim tão relevante o facto de um browser ter uma vulnerabilidade? É por ser a primeira? É por ser o firefox? É porque a mozzila ter batido um record mundial?

Meu deus, agora fui até ao google é procurei por “primeira falha no firefox 3”. Resultado: cerca de 1.540.000 hits! E depois tem uma coisa boa, como ainda ninguém sabe muito bem no que consiste a vulnerabilidade, ficando-se por uma mera indicação de que, ainda assim, o utilizador tem de clicar num link de um email falso, é uma vulnerabilidade e peras. Até porque, como bem sabemos, o que mais há são pessoas mortinhas por clicarem em tudo o que lhes apareça à frente – e se tiver uma menina bonita, até se clica duas vezes.

22
Jun
08

Exact Audio Copy

Hoje, fora daquilo que tem vindo a ser habitual neste blog, vou desenvolver convosco um pequeno tutorial introdutório que vos permitirá converter para mp3 os vossos discos favoritos com inapreensível perda de qualidade. Se repararem com atenção, comparando o som da faixa áudio do vosso disco original, com a faixa mp3 que converteram fazendo uso daqueles programas miseráveis que proliferam pela internet, ou mesmo pelo windows media player, vão verificar que se perde muita qualidade. Ou seja, o próprio ouvido humano consegue aperceber-se, com facilidade, de que muita qualidade se perdeu. O mesmo acontece mesmo que aumentem as bitrates de conversão, tudo porque a maioria dos programas não foi criado a pensar na qualidade, mas antes na velocidade.

Com uma pequena aplicação chamada Exact Audio Copy (EAC), pretende-se precisamente o inverso: qualidade acima de tudo. O que significa que uma conversão poderá demorar um pouco mais, mas o vosso ouvido não será capaz de compreender a diferença de qualidade entre a faixa mp3 e a faixa áudio do vosso disco original. Ok, o tamanho dos ficheiros MP3 vai aumentar um pouco, mas a escolha é vossa: ou querem qualidade, ou não.

O grande segredo do EAC é que este recorre a uma tecnologia que puxa o máximo do vosso leitor de CD’s, lendo as faixas áudio de forma quase perfeita, recorrendo a várias passagens quando verifique zonas danificadas, tentando corrigir erros, o que significa que existem muitos discos riscados que podem ser recuperados, e do mesmo modo, quando tal não for possível, o programa avisa a posição da “distorção”, o que facilita o seu controlo, por exemplo, pelo leitor.

Ok, vamos passar ao que realmente importa. Primeiro é necessário fazer o download do EAC, trata-se de freeware, portanto, não vão ter problemas com limitações da utilização do software. Em seguida, façam o download do LAME encoder, este está licenciado sobre a GPL, portanto, também não terão problemas legais em relação à utilização desta ferramenta. A necessidade deste codificador prende-se com o facto de o EAC fazer uso desta ferramenta externa para a conversão mp3, o que, no meu entender é óptimo, uma vez que a qualidade do codificador LAME é excelente. Pessoalmente recomendo a última versão estável, 3.97, mas já existe a versão 3.98 beta8, bem como uma 4.0 alpha 14, mas, esta última, por experiência própria, não recomendo.

Feito isto, extraiam o LAME para uma pasta – ex. c:\lame; ou c:\programas\lame (a escolha é vossa, não é muito relevante, é apenas uma questão de saberem onde têm as coisas).

Agora, procedam à instalação do EAC. É um processo que até a minha avozinha é capaz de enfrentar.

Assim que iniciarem o EAC pela primeira vez, vão-se deparar com um interface de configuração amigável, este permite escolher uma série de opções relacionadas com a qualidade dos vossos leitores, com as tags, das faixas, com a base de dados de informação de cd’s, etc.

Vamos, portanto, proceder a esta configuração com a calma requerida.

O EAC vai identificar quais as vossas drivers, eu só tenho uma, mas se vocês tiverem várias devem seleccionar todas (o EAC vai verificar a qualidade de cada uma delas – se não as encontrar na “data base”). Insiram um CD original (é preferível) na vossa driver antes de avançarem.

ATENÇÃO: o EAC identifica as drivers virtuais, como por exemplo as do alcohol 120, ou do daemon tools, não devem seleccionar essas.

Deve indicar que prefere resultados precisos, até porque o que está em causa é, precisamente, evitar a perda de qualidade.

Se, por algum motivo, verificarem que o EAC identificou erroniamente alguma das características dos vossos leitores, então devem indicar que não confiam nas configurações. Geralmente isso não acontece, portanto, em princípio, basta indicar que pretendem utilizar essas configurações.

Em seguida o EAC vai escolher a driver com melhor qualidade, isto é, aquela que está melhor preparada para a obtenção dos melhores resultados possíveis. Se, por algum motivo, acharem que a escolha está errada (por exemplo, naqueles casos em que têm uma unidade de leitura com tecnologia especial para ler discos danificados), poderão sempre voltar atrás e desmarcar a unidade escolhida, para essa não ser considerada nos testes.

Pessoalmente prefiro o formato mp3, especialmente porque o LAME é mesmo muito bom na codificação.

Em seguida o EAC vai procurar automaticamente o LAME no vosso PC, podem sempre cancelar e indicar manualmente, mas tal não será, em princípio, necessário.

Em seguida insiram o vosso email (é extremamente importante uma vez que só podem utilizar a “data base” para encontrarem informações sobre o vosso álbum se inserirem o vosso endereço de email). Não se preocupem, não vão receber qualquer tipo de publicidade não solicitada.

Agora é tempo de escolher como preferem que o EAC escreva as TAGs das vossas faixas. Escolham a que preferirem, ou deixem estar sem alterações.

Claro, somos geeks (ou tentamos), portanto, vamos indicar que somos peritos. Escolher essa opção é essencial para aceder a configurações avançadas, maxime, relativas ao codificador externo, etc.

Bem, agora vão deparar-se com a interface do EAC que, como podem verificar, é muito simples e intuitiva. Encontram do lado esquerdo um conjunto de botões maiores que, por si só, dizem exactamente o que fazem – Ex. para converterem para mp3, clicam no botão que diz mp3 (acho que até a minha avozinha é capaz de compreender isto).

Caso pretendam aumentar a bitrate, por algum motivo, podem sempre ir a “EAC > Compression Options”. Não obstante existem muitas mais opções que podem ser alteradas manualmente ainda que eu não considere ser necessário uma vez que, ao inserirem um CD original, em princípio, ele constará da “data base”, sendo logo seleccionadas um conjunto de opções optimizadas. Quando isso não acontecer, testem a conversão com as configurações iniciais e verifiquem o LOG, se perderem muita qualidade, aumentem a taxa de bitrate ligeiramente e reiniciem a conversão.

Para este caso, utilizei um disco do G3 que, ao ser inserido foi automaticamente reconhecido na db, aparecendo uma janela que pedia para configurar com as opções optimizadas, o que facilita muito o trabalho para aqueles que procuram resultados excelentes. Aceitei, sendo que as configurações de bitrate, em cada momento de cada faixa, foram automaticamente alteradas para o disco em concreto. Claro que, na realidade, tudo vai depender igualmente da qualidade do vosso leitor de CD’s.

Outra função importante, é a de recolher informação do disco inserido, como o nome da faixa, artista, género, etc. O EAC permite a ligação, tal como anteriormente referido a uma base de dados gratuita que ajuda imenso. Para o efeito, vão a “Database > Get CD information From > Remote Freedb”.

(Antes)

(depois)

Bem, agora vamos proceder à conversão. Vão verificar que a bitrate utilizada é variável, dependendo daquilo que é requerido pela música, em cada momento. Aliás, quando ouvirem a música no vosso leitor vão verificar que o indicador de bitrate vai estar constantemente a mudar.

Cliquem no botão, à esquerda, que indica a compressão mp3 e digam para onde pretendem converter no vosso disco rígido.

No final da conversão, vão ser gerado um log onde podem consultar quanto se perdeu de qualidade, (na maior parte das vezes não se perde) se existiram erros, entre outras informações úteis sobre os resultados da conversão.

Podem verificar aqui o log da minha conversão para este tutorial.

Como podem ver, já estou a ouvir as músicas no meu audio player favorito (o foobar2000, claro).

Agora comparem a conversão audio do EAC com a de outros programas e digam lá se, só de ouvido, não se verificam diferenças? Pode procurar no google e no youtube outras informações mais concretas na medida em que este pequeno tutorial apenas serve para introduzir o leitor no mundo do EAC.

Espero que seja útil, abraço.

20
Jun
08

ColdPlay – “Viva La Vida”

ColdPlay – “Viva La Vida”

O novo álbum dos ColdPlay já anda por aí e, surpreendam-se, desta vez o som a que nos fomos habituando não vai ser encontrado. É claro que a simplicidade subjacente à banda não desapareceu, mas, agora, a sonorização é bastante diferente – muito mais arrojada, eu diria.

Se gosto? – Adoro! Aliás, quando ouvirem com atenção, vão perceber que muito do que está por trás do álbum é um conceito. Parece que a intenção foi criar algo coeso, onde as faixas comunicam entre elas.

Para mim, um grande álbum na carreira de uma banda que começava já a encher chouriço, apesar de não colocar em causa a qualidade dos álbuns anterior, nem ser essa a minha intenção.

Abraço.




Ubuntu 10.04

Ubuntu: For Desktops, Servers, Netbooks and in the cloud
Junho 2008
S T Q Q S S D
« Maio   Jul »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Petição contra o Novo Acordo Ortográfico

manifestodefesalinguapoug5

Plágio!

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Visitas

  • 429,630 visitantes