Arquivo de Setembro, 2007

30
Set
07

BTnext, o BTuga ressuscitado?

Já há algumas semanas que tenho acompanhado atentamente o surgimento e o crescimento da nova comunidade BitTorrent nacional que dá pelo nome de BTnext.

Inicialmente intitulava-se PTnext, mas tal como dizem: “Devido ao facto do nome PT Next já ser uma marca registada nacional decidimos alterar o nome para BT Next.

No fórum oficial existe um tópico intitulado “BT NEXT vs BTUGA”, vá-se lá saber porquê! Muito provavelmente, cansados de tanta especulação e comparação, fazem questão de salientar:

“Como diz na página principal deste serviço:

Quote:

O BT Next nasce devido à enorme procura de um serviço de transferências de ficheiros de qualidade nacional.Não é um “BTuga 2” nem os membros criadores são os mesmos.

 

A semelhança na funcionalidade e uso dos mesmos scripts que o BTuga apenas procura transmitir uma sensação de “casa” do P2P português.

 

Se desejamos buscar algo é ser iguais ou melhores que o melhor que já existiu até agora.

 

O BT Next utiliza o programa BTuga Revolution desenvolvido por Luis Ferreira (Martini-man) com a permissão do mesmo.

 

Não existe nenhum vinculo nem posto associado a Luis Ferreira (Martini-man).

 

Apenas por delicadeza, reconhecimento e cedência de créditos foi pedida autorização para uso deste software livre disponível na internet.

 

O BT Next é um privilégio e não um direito, desta forma respeite para ser respeitado.


O BT Next não é o BTuga.

O BT Next é um serviço independente do BTuga e das pessoas que trabalhavam / usufruíam do BTuga.

O BT Next não tem qualquer problema em acolher todas as pessoas que tenham pertencido ao BTuga ou a outro tracker mas o seu historial no BTuga só conta mesmo no BTuga.

Os premiums, teams, etc… no BTuga serão responsabilidade do BTuga.

As páginas e funcionalidade são semelhantes para transmitir a ideia de casa do P2P que todos tinham no BTuga.

Para tal utilizamos print screens e a ajuda de sites como http://www.archive.org/index.php .

Mas isto não quer dizer que qualquer funcionalidade que tenha havido no BTuga venha a existir no BT Next nem invalida a sugestão.

O Martini-man apenas disponibilizou esquemas sobre como conseguir comunicar convenientemente com o programa.

Eu não sou o Martini-man e prefiro ficar anónimo.”

Isto significa que, independentemente do que se possa dizer, eles afirmam que o BTnext é mais uma comunidade bittorrent e não o sucessor do BTuga.

O que é certo é que os criadores são uma velha equipa do BTuga conhecida por “Evolution Team”. O tracker é essencialmente o mesmo do BTuga. O fórum caminha no mesmo sentido. E a forma como ambos utilizam a mesma base de dados é no mínimo “gémea” à do BTuga. Depois temos a questão do cliente BTuga Revolution ter sido cedido de bom grado pelo “Martini-man” (boss do BTuga) a este novo projecto.

Em suma, se não estamos perante um sucessor, certamente se trata de um parente próximo e não há como o negar.

Mas sejamos realistas, olhemos as coisas como elas são: O BTnext é o sucessor do BTuga e só existe porque o BTuga existiu, é a resposta às autoridades portuguesas desafiando-as uma vez mais, é a reunião da antiga comunidade e não de uma nova…

Não querendo levantar polémica, esta é a minha opinião e é partilhada por muita gente. Pessoalmente digo-o com franqueza: ainda bem que temos uma renascida comunidade bittorrent nacional!

 

Abraços.

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29
Set
07

Praxe…

Assunto em voga, sem sombra para qualquer dúvida. Mas sejamos claros, quando falo em praxe, falo em praxe “tradição”, aquela que é feita nas universidades e não outras, que mais não são senão cópias de uns fulanos que gostam de descarregar as suas frustrações nos pobres coitados que mudaram de escola.

Como muitos sabem, sou estudante da academia minhota, leia-se Universidade do Minho. Quando entrei fui praxado. Praxei e ainda praxo. Hoje sou finalista, olho a praxe com outros olhos, com outra experiência e outra seriedade com que, à altura, não olhava.

Ao longo dos anos presenciei vários abusos, várias distorções da praxe, várias segundas intenções que não a principal que é integrar. Perdi muitos amigos por ser sincero e por não gostar que brinquem com aquilo que realmente é sério. Não me arrependo de nada do que fiz até hoje e sempre fiz muitos amigos e propiciei grandes momentos a quem entrava e ninguém conhecia.

Mas este ano, em especial, me debrucei mais neste pensamento. Vejo pessoas que vêm de muito longe, Açores, Madeira. Pessoas com deficiências, como por exemplo invisuais. São pessoas como as outras, mas com um défice maior de convivência e que olham a praxe como a única forma de fazerem amigos, a única forma de não sentirem as saudades de casa que por vezes são muitas.

Sim, a praxe é dura. “Dura Praxis, Sed Praxis”. Não há mais nada a dizer.

Não, a praxe não é violenta. Não, a praxe não é a tropa. Não, a praxe não é humilhação.

A praxe é respeito. O culto do respeito pelos mais velhos, ou melhor, pelos mais experientes é muito bonito e é coisa boa. Para as coisas funcionarem é necessário respeito, é isso que os chamados “doutores” / “engenheiros” de praxe, ou por outras palavras, praxantes, procuram nutrir nos caloiros. Quando eu era caloiro não gostei de ser pressionado a fim de fazer algumas coisas, mas logo percebi que essas coisas não eram tão más assim. Eu cantei músicas de “gays”. Eu simulei orgasmos. Eu simulei partos. Eu fui massacrado psicologicamente. Mas no final percebi que nada disso que eu fiz era mau, apenas o era na minha cabeça e é um pouco isso que se consegue com o respeito, consegue-se levar alguém a perceber que as coisas são o que são, devemos brincar com elas e não as levar a sério, a menos que o sejam realmente.

Se não fosse o respeito a que me obrigavam não teria feito metade do que fiz. Simplesmente não teria.

No final eu sei que perderia muita coisa, amigos, conhecimento, responsabilidade, atitude, amor pelo curso e pela academia, orgulho em ter sido praxado.

Todas estas coisas que eu vos conto soam estranho, são-o de facto. Mas que interessa? Não é a vida estranha por si só? Limito-me a descobrir o gozo que dá saber que não se sabe tudo e que muito há a aprender com quem tem mais experiência.

Estes dias vesti o meu traje, símbolo da academia, símbolo de um país conhecido pelos descobrimentos. Traje esse que por si só é conhecimento, história e sabedoria. Fui praxar e olhei as caras de cansados dos caloiros, muitos certamente com poucas horas de sono e ali, a apanhar com o sol da manhã na cara pintada. Juntei-me a muitos outros que, de igual modo, estavam bem trajados de cima a baixo e fomos fazer o que realmente importa: divertir os caloiros, fazer com que não se arrependam por ter vindo, fazer sorrir, ver pessoas a conhecer-se e a gritar pelo seu curso e pela sua academia.

Isto incomoda muita gente que não sabe conviver. É natural, não vou aqui criticar ninguém. Quem disse que precisamos de alguém pra seguir a nossa vida? Para essa pessoas creio que apenas basta uma mensagem: Para tudo na vida, até para o amor, é necessário dar o braço a torcer e fazer uns sacrifícios em prol de um bem maior…

Se não são capazes de entender isso então ainda bem que não vêm, que não gostam e que critiquem a praxe. A cada crítica desinformada mais fortes nos tornamos e mais longe vai a nossa causa.

Estes dias, ou melhor, há uns meses, teve lugar uma espécie de “tertúlia” na Universidade do Minho em que se discutiu a praxe. Algures alguém proclamava que lentamente ocorria um “efeito ampulheta”. Ou seja, que hoje eram poucos contra a praxe, mas o tempo prova que são cada vez mais. Mas tenho a dizer que na minha academia a ampulheta desafia as leis da gravidade e funciona ao contrário porque somos cada vez mais a praxar e a ser praxados, bem como a cumprir os “rituais” da praxe, conservados durante anos e que não queremos perder. Portanto, desculpem lá uma vez mais, mas ainda precisam de aprender para ensinar alguma coisa.

A TV, em especial os telejornais, são incrivelmente rápidos em fazer de casos isolados exemplos nacionais. Como se, afinal, aquele caso seja a excepção que confirma a regra. É o trabalho dos jornalistas, não critico. Mas para eles digo isto: A liberdade é muito boa e o que não falta é quem abuse dela para proveito próprio prejudicando outros. Será que isto faz da liberdade algo a evitar?

O mesmo será dizer: se algumas pessoas abusam da praxe (discute-se se, abusando, será sequer praxe…) será que isso faz da praxe algo de mau?

Sejamos realistas, olhemos o exemplo do invisual que quer ser integrado e que, de outra forma, seria evitado por pessoas reles que não têm mais nada que fazer senão comentar no café e portarem-se como autênticos preconceituosos. Na praxe não há desrespeito por ninguém, seja quem for, seja como for, entre doutores ou caloiros, ou entre os próprios caloiros entre si. São todos iguais e quem se acha superior cedo se apercebe que tanto pode ser bestial agora, e logo depois uma besta.

Vejamos o exemplo das pessoas que estão longe de casa. Não precisam elas, urgentemente, de conhecer gente do seu curso e de outros cursos que a possam auxiliar numa nova realidade? Todos precisamos de amigos e quando estamos longe de casa a tendência é o isolamento, a depressão a vontade de largar tudo para voltar para casa…

Enfim, é o que tenho a dizer sobre a praxe.

Doa a quem doer, praxe é integração e acreditem, a muitos dói muito!

29
Set
07

Linux Mint

… “from freedom came elegance”, esta é uma daquelas frases que pode definir muito bem aquilo que na realidade é esta distribuição que, lentamente mas de forma sólida, vai ganhando fama por entre os fãs de debian.

Recentemente foi lançada a versão 3.1 com o nome de código Celena, obviamente baseada em Cassandra. O que torna esta distribuição realmente interessante é o facto de ser um misto de ubuntu, com um toque de arte dos programadores do Mint e um extra de performance e estabilidade. Pelo menos no meu sistema é muito mais estável do que o ubuntu. Linux Mint 3.1 é portanto compatível com os repositórios Ubuntu Feisty, tendo igualmente repositórios próprios e suportando, tão bem ou melhor que o ubuntu, tudo o que é pensado para o debian.

Ficam aqui as release notes:

Introduction

This is Linux Mint 3.1, codename Celena, based on Cassandra and compatible with Ubuntu Feisty and its repositories.

Celena is using Cassandra’s base (kernel 2.6.20-15, Gnome 2.18).

What’s new in Celena

1. mintAssistant

MintAssistant acts as a first-run wizard and lets the user fine-tune his system. Throught mintAssistant the user can enable the root account, enable kernel updates, choose whether he wants fortunes to appear in the terminal and which of fstab or mintDisk is to be used for NTFS/FAT partitions.

2. mintUpload

MintUpload allows the user to upload any file smaller than 10MB on the Internet. The user doesn’t have to worry about getting an FTP client or finding Web-space to store his files. It’s never been easier to share files with friends. MintUpload is also compatible with the mint-space service which allows files to be as big as 1GB.

3. New Artwork

If you’ve spent a bit of time on the Linux Mint’s forum you probably recognized Agust’s style in the new Celena. We’ve got a new artist, Agustin J. Verdegal T. and as you can see we’re very proud of him. In Celena, not only did we build the whole theme around his work but we also introduced a new graphical Grub menu using Gfxboot.

Notifications and power-management icons were also tweaked to integrate better with the new artwork.

4. Print to PDF

Whether it’s an email in Thunderbird, a Web page in Firefox or even a text-file in Gedit, no matter what it is or which application you view it from, Celena will let you print it as a PDF document. The resulting PDF file will automatically be saved within your Home/Documents folder.

5. Improved Stability

The Update Manager and Update Notifier were removed from Celena so users would not perform un-educated upgrades. With more than 2 releases a year and many modules affected by upgrades, stability was preferred to security in Celena. No more pop-ups telling you a new version of Ubuntu became available, no more pop-ups telling you to download the latest kernel… your system is stable, tested and it should stay that way.

For more information about this read the following blog entry: http://www.linuxmint.com/blog/?p=54

6. Improved Performance

Beagle is gone. A recent survey showed that a vast majority of Linux Mint users never actually used it. The search engine was resource-hungry and its indexation methods made Linux Mint extremely slow on older hardware specs. This should come as a very good news to people with slower machines and make Linux Mint installable on computers with 256MB of RAM.

7. New tools and upgrades

  • Firefox was upgraded to version 2.0.0.6 and is now maintained by us (it was maintained by Ubuntu before and upgrades caused the start page to change).
  • Pidgin was upgraded to version 2.1.1
  • MintMenu and mintInstall were upgraded to the latest version
  • Tomboy Notes was fixed in order not to show the start note the first time Linux Mint is run
  • AptOnCD is now installed by default to let the user backup his selection of packages
  • Command-not-Found was also added to improve the Terminal experience
  • A new apt command which provides all main features from apt-get, apt-cache and aptitude

What makes Celena ideal for the desktop

  • Out of the box multimedia support
  • Microsoft Windows Integration (Dual-boot, NTFS read/write support, Migration Assistant)
  • One-Click install system (Linux Mint Software Portal, mintInstall)
  • Easy file-sharing (mintUpload)
  • Desktop features, Control Center, mintMenu
  • 3D Effects (Compiz and Beryl on top of AIGLX)
  • Great configuration tools
  • Great selection of default applications (OpenOffice, Firefox, Thunderbird, Sunbird, Gimp, Pidgin, XChat, Amarok..etc)
  • Solid package base (Google Earth, Picasa, Skype.. a lot of important software present in the repositories or in the Linux Mint Software Portal, compatibility with all Ubuntu Feisty repositories and most Debian packages)
  • Solid code base (Debian distribution built on top of Ubuntu Edgy. Inherits all innovations put into Cassandra and Bianca and default configurations from Bea)

Esta é a distribuição que estou a utilizar neste momento. Traz um vasto leque de software, todo aquele que encontramos em ubuntu, e mais ainda, sendo que o beryl vem instalado de origem e basta ser activado para funcionar via AIGLX. Além disso o envy vem igualmente instalado de origem o que é uma lufada de ar fresco para quem tem imensos problemas a instalar as drivers gráficas.

Ainda de salientar uma pequena aplicação (Windows Wireless Drivers) que permite instalar drivers wireless compiladas para o SO da Microsoft o que também é uma ajuda preciosa para quem tem problemas com placas wireless da broadcom.

Bem, por agora é o que tenho para vos dizer e aconselhar. Como podem reparar ultimamente não tenho muito tempo para o blog, aliás, tenho tido pouco tempo para mim mesmo. Mas não se preocupem, se é que me acompanham, é temporário e logo, logo terei um pouco mais de disponibilidade. Entretanto apreciem esta pequena obra de arte que é o Linux Mint.

 

homepage

28
Set
07

Santana Lopes vs Ricardo Costa

A seguinte apreciação tem por base a seguinte notícia:

 

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/11LHxVFSGOihv9KoTg2kzQ.html

 

A título de introdução, e para que não restem dúvidas, nem apoio, nem aprecio, nem tão pouco simpatizo com a figura pública que é Santana Lopes.
Santana Lopes, durante uma entrevista, foi interrompido por um directo, este abarcava a chegada de Mourinho ao aeroporto de Lisboa, o que significa que, devido aos critérios editoriais, a entrevista ficou relegada para segundo plano. Santana Lopes não gostou, achou uma falta de consideração pela sua pessoa, pelo jornalismo sério e pela sua concreta entrevista. Sendo assim retirou-se ficando a entrevista por terminar.

 

Santana Lopes disse:

 

Citação:
A mim não me interrompem com a chegada de um treinador de futebol. Acho que há regras, a SIC tem regras diferentes das minhas. Tenho que ser respeitado

 

 

Ricardo Costa considerou a saída de Santana Lopes como “inusitada e desproporcionada”. Citando a notícia:

 

 

Citação:
“A SIC-Notícias não falta ao respeito aos seus convidados nem aos telespecatdores”, refere o director da SIC Notícias, adiantando que a chegada de José Mourinho “era um acontecimento que também marcava a noite”.Ricardo Costa admite que a decisão de ir em directo para o Aeroporto de Lisboa “é naturalmente discutível”, justificando que “foi tomada ‘em cima dos acontecimentos’, durante uma Edição da SIC-Notícias, canal que pela sua natureza trabalha com alinhamentos em ‘aberto'”.

O director da SIC-Notícias reafirmou que não quis faltar ao respeito ao ex-Presidente do PSD, considerando, por isso, a decisão de abandonar o estúdio “inusitada e desproporcionada”.

 

 

Devo tecer algumas considerações em relação a este caso:

 

1.ª – Uma vez mais provou-se que o jornalismo português acompanha o resto do jornalismo mundial, ou seja, é reles, sensacionalista, irresponsável, mal formado.

 

2.ª – Ricardo Costa é uma vergonha para o jornalismo (que por si só é vergonhoso neste país), não só não admite o erro, como ainda assobia para o ar depois das declarações de Santana Lopes.

 

3.ª – Santana Lopes, independentemente das suas escolhas políticas e pessoais, deu naquele momento um sinal claro ao jornalismo nacional, ainda que este não tenha percebido.

 

4.ª – Santana Lopes deu o exemplo!!!

 

5.ª – De uma vez por todas o jornalismo nacional tem de aprender (quando pensava que tudo tinha aprendido). Interromper uma entrevista por um directo que não é de interesse nacional, REPITO: NÃO É DE INTERESSE NACIONAL!!!, é a maior falta de respeito que se pode ter perante um convidado, seja ele qual for.

 

6.ª – O dinheiro, o share, as audiências não são tudo. A honra, o respeito, a credibilidade, a responsabilidade, isso sim são valores.

 

Abraços e digam de vossa justiça.

16
Set
07

OpenOffice 2.3.0 Final

Eis o OpenOffice 2.3.0 final, sim, o Site Oficial ainda não anunciou nada, mas esta é a versão final e já anda por muitos servers. Óbvio que se trata da versão inglesa dos estados unidos, de qualquer forma, para os mais curiosos, aqui fica:

 

Download

09
Set
07

Jeremias, a lenda está viva!

É assim que funciona no Brasil, a lenda está vida. Uma vez mais Jeremias foi encontrado a beber! O resultado está à vista:

Abraço

06
Set
07

iPod, iPhone, iQualquerCoisa…

Nos últimos tempos não se fala de outra coisa senão dos brinquedos (eu chamo-lhe assim…) da apple, que por acaso começam todos por “i”… Se isto pega moda vão começar a surgir pessoas que querem dar o nome ao filho, mas tem que ter um “i” antes da letra maiúscula do seu primeiro nome… Ora, eu chamar-me-ia iMário. E se a moda pega ainda mais forte, a minha cidade passa a chamar-se iFafe.

As surpresas da apple não param, agora é o novo Ipod Touch. A moda pegou, agora o que está a dar são os ecrãs táctis. Meus caros é a nossa sina. Tanta coisa, tanta tecnologia, tanto investimento nestes “brinquedos”… Mas para quê?

Vejamos o iphone:

É um telemóvel, é um iPod, é um pequeno mac e é ainda uma torrente de coisas que não dá para enumerar… Tudo ao alcance dos dedos (é desta que as pessoas vão andar com as mãos menos gordurentas).

Vejamos o novo iPod Touch:

A verdadeira evolução do iPod Touch em relação ao seu primórdio encontra-se no ecrã táctil que ocupa toda a superfície do aparelho. Impressionante, sem dúvida, tal como o iphone.
Mas fica-se pelo impressionante, porque no fundo continua a ter a função básica de quem procura um aparelho do género:

O velhinho WalkMan, não tem opções de indexar, de organizar, etc etc etc, mas tem a função que realmente importa para quem compra um aparelho do género: permite ouvir música.

Depois pensamos bem e fica a dúvida, todo este desenvolvimento, aparato, design impressionante, entre outras coisas, não servem para uma só coisa? Ou seja, gastarmos mais dinheiro para ouvir música? Gastarmos mais dinheiro para ter um aparelho de fazer chamadas e aceder à internet(com extras)? No fundo continuo a preferir o meu walkman, vá lá, o meu leitor de mp3 de 512mb que foi bem barato e não tem ecrã táctil…

Eu até sou de desconfiar, recentemente comprei um ASUS p535. Que querem que vos diga?

Olhem para o que eu digo e não para o que eu faço.

PS: A táctica dessa gentinha resulta mesmo… E com todos… Agora, sempre que encontrarmos um iQualquerCoisa, já sabemos que é hitech, caro, valioso, e com a mesma utilidade do que é “retro”…




Ubuntu 10.04

Ubuntu: For Desktops, Servers, Netbooks and in the cloud
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Petição contra o Novo Acordo Ortográfico

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Plágio!

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